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	<title>Lucas Arbiza</title>
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	<description>meu blog</description>
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		<title>Ansiedade e desenvolvimento</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/357/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 02:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
				<category><![CDATA[C++]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste dias tenho passado por situações onde tenho sido testado como desenvolvedor. O nervosismo, a ansiedade e a inexperiência tem me atrapalhado bastante. Na primeira situação tive que escrever um programa (em papel) que lia arquivos de textos contento uma lista de alunos e suas notas. Às notas somava-se 0,5, porém a soma não poderia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dias tenho passado por situações onde tenho sido testado como desenvolvedor. O nervosismo, a ansiedade e a inexperiência tem me atrapalhado bastante.</p>
<p>Na primeira situação tive que escrever um programa (em papel) que lia arquivos de textos contento uma lista de alunos e suas notas. Às notas somava-se 0,5, porém a soma não poderia passar de 10. Depois os resultados eram escritos em um arquivo de saída.</p>
<p>Fiz um programa. Diante da situação fiz o mais simples possível com a leitura do arquivo sendo feito desviando a entrada padrão.</p>
<p>Protejam os olhos, o código é este:</p>
<p><script src="https://gist.github.com/1113865.js?file=le_arquivo.cpp"></script></p>
<p>A única coisa que está diferente do código acima para o que fiz no papel é que na linha 13 eu esqueci o ios::out. Este detalhe faz com que o programa seja inútil, pois não cria o arquivo de saída.  Em casa, bem mais tranquilo, eu reescrevi o programa, o que rendeu um código bem melhor: <script src="https://gist.github.com/1113881.js?file=le_arquivo_melhor.cpp"></script></p>
<p>Em outra situação, tive que escrever uma função, também em papel, que recebesse uma <em>word</em> de 16 bits e retornasse o número de &#8220;1&#8243; contidos na word. Não sabia o que significava word de 16 bits, logo não escrevi nada.</p>
<p>Assim que pude vi o que é a tal da word e em poucos minutos escrevi este programa:</p>
<p><script src="https://gist.github.com/1113919.js?file=word_16bits.cpp"></script></p>
<p>Não sei se é isto o que foi pedido, mas pelo que entendi é sim.</p>
<p>Se alguém tiver alguma sugestão de melhoria dos códigos, por favor, faça nos comentários.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>C++</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/c/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/c/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 May 2011 16:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Sobre Bjarne Stroustrup e o C++. Fonte: http://techchannel.att.com/play-video.cfm/2011/3/7/Tech-Icons-Bjarne-Stroustrup]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre Bjarne Stroustrup e o C++.</p>
<p><embed src="http://techchannel.att.com/tcplayer/TCEmbeddedPlayer.swf?auto_play=false&#038;video_path=http://techchannel.att-idns.net/techchannel/10599/videos/TI09006_B_STROUSTRUP_FL8_550x310_700K.flv" 					width="550" height="360" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://techchannel.att.com/play-video.cfm/2011/3/7/Tech-Icons-Bjarne-Stroustrup">http://techchannel.att.com/play-video.cfm/2011/3/7/Tech-Icons-Bjarne-Stroustrup</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalação da Boost C++ no Linux</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/instalacao-da-boost-c-no-linux/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/instalacao-da-boost-c-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 04:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Passei um pouco de trabalho até acertar. Aqui está minha receita. Instalação Baixei o .tar.gz da última versão (1.46.1) do SourceForge Extraí os arquivos com o comando $ tar -xvf boost_1_46_1.tar.gz Seguindo a recomendação da página oficial copiei a basta extraída para /usr/local/ # cp -a boost_1_46_1 /usr/local/ O diretório com os headers (boost_1_46_1/boost) deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Passei um pouco de trabalho até acertar. Aqui está minha receita.</p>
<p><strong>Instalação</strong></p>
<ul>
<li>Baixei o .tar.gz da última versão (1.46.1) do <a href="http://sourceforge.net/projects/boost/files/boost/1.46.1/">SourceForge</a></li>
<li>Extraí os arquivos com o comando
<ul>
<li>$ tar -xvf boost_1_46_1.tar.gz</li>
</ul>
</li>
<li>Seguindo a recomendação da página oficial copiei a basta extraída para /usr/local/
<ul>
<li># cp -a boost_1_46_1 /usr/local/</li>
</ul>
</li>
<li>O diretório com os headers (boost_1_46_1/boost) deve ser copiado para o diretório include:
<ul>
<li># cp -a /usr/local/boost_1_46_1/boost /usr/include/</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Algumas bibliotecas são header only, ou seja, não requerem nenhum acréscimo na compilação, como por exemplo, a classe string da Boost.</p>
<p><script src="https://gist.github.com/885691.js"> </script></p>
<p>O código acima pode ser compilando somente com:<br />
$ g++ main.cpp  -o executavel</p>
<p>Outras bibliotecas da Boost, a Filesystem por exemplo, necessitam dos seus binários que são contruídos com a utilização da ferramenta bjam.</p>
<ul>
<li>Ir para o diretório da boost /usr/local/boost_1_46_1 e executar o <a href="http://bootstrap.sh/">bootstrap.sh</a>:
<ul>
<li>Há diversas opções para a execução deste script. Estas opções podem ser vistas executando $ ./booststrap.sh &#8211;help</li>
<li>Para garantir que tudo funcione customize o máximo possível;</li>
<li>Executei da seguinte forma:
<ul>
<li>$ ./bootstrap.sh &#8211;with-toolset=gcc &#8211;prefix=/usr/local &#8211;includedir=/usr/include &#8211;libdir=/usr/lib &#8211;with-libraries=system,thread,date_time,regex,filesystem,serialization</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li>Se tudo ocorreu bem execute:
<ul>
<li>$ ./bjam
<ul>
<li>Este comando deve retornar algo como: “The following directory should be added to compiler include paths: /usr/local/boost_1_46_1 The following directory should be added to linker library paths: /usr/local/boost_1_46_1/stage/lib”</li>
</ul>
</li>
<li># ./bjam install   (como root!)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>Compilação</strong></p>
<p>Há classe, como a filesystem, que requerem inclusões acicionais.<br />
$ g++ -I/usr/local/boost_1_46_1 -lboost_filesystem main.cpp -o executavel</p>
<p><strong>Fonte:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.boost.org/doc/libs/1_46_1/more/getting_started/unix-variants.html#id24">http://www.boost.org/doc/libs/1_46_1/more/getting_started/unix-variants.html#id24</a></li>
<li>Mais algumas tentativas e erros.</li>
</ul>
</div>
<p>&amp;lt;iframe&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalação e Configuração MRTG para DEBIAN</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/instalacao-e-configuracao-mrtg-para-debian/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/instalacao-e-configuracao-mrtg-para-debian/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 21:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Enviado por Arthur Francisco Lorenzon _________________________________________ 1. #apt-get update * Atualização de pacotes 2. #apt-get install apache2 * Instalação Apache 3. #mkdir /var/www/mrtg * Cria o diretorio mrtg 4. #apt-get install mrtg 1. em determinada parte da instalação irá pedir se deseja configurar acesso ao mrtg.cfg ao usuario MRTG. Por default deixa-se em não. 5. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Enviado por Arthur Francisco Lorenzon</strong></p>
<p>_________________________________________</p>
<p><strong>1. #apt-get update</strong><br />
* Atualização de pacotes</p>
<p><strong>2. #apt-get install apache2</strong><br />
* Instalação Apache</p>
<p><strong>3. #mkdir /var/www/mrtg</strong><br />
* Cria o diretorio mrtg</p>
<p><strong>4. #apt-get install mrtg</strong><br />
1. em determinada parte da instalação irá pedir se deseja configurar acesso ao mrtg.cfg ao<br />
usuario MRTG. Por default deixa-se em não.</p>
<p><strong>5. #cfgmaker –output /etc/mrtg.cfg public@ip_da_interface</strong><br />
* Define/Importa as portas/interfaces existentes no pc/router para o arquivo /etc/mrtg.cfg (arquivo a escolher pelo usuario, por default deixa-se mrtg.cfg</p>
<p><strong>6. Acessar o arquivo /etc/mrtg.cfg e editar as seguintes linhas:</strong><br />
Workdir: /var/www/mrtg *Diretório para conter os graficos gerados.<br />
Options[_]:growright, bits *Tipo de gráfico. (direita – esquerda) e tipo bits/s<br />
Refresh: 300 *Tempo para browser atualizar a página<br />
Interval: 5 *Tempo em que se atualizara o gráfico<br />
Language: Brazilian *Linguagem<br />
RunAsDaemon: Yes *Para rodar o MRTG como daemon(Processo)</p>
<p><strong>7. #env LANG=C /usr/bin/mrtg /etc/mrtg.cfg</strong><br />
* Inicializar o serviço.<br />
*o conveniente e correto é criar um script e jogar para dentro do update-rc.c para que inicialize juntamente com o sistema.</p>
<p><strong>8. #indexmaker -output=/var/www/mrtg/index.html /etc/mrtg.cfg</strong><br />
* Cria a pagina index.html com as referencias passadas pelo arquivo /mrtg/cfg</p>
<p><strong>9. #/etc/init.d/apache2 restart</strong><br />
• Reinicia o serviço Apache2</p>
<p><strong>Obs.:</strong> Interessante ressaltar que foi testado em um Sistema Debian. E que na rede havia um<br />
Router Cisco.</p>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://lucasarbiza.com/instalacao-e-configuracao-mrtg-para-debian/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalação e pós-instalação do Arch Linux</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/instalacao-e-pos-instalacao-do-arch-linux/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/instalacao-e-pos-instalacao-do-arch-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 20:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Consegui estragar o X do Debian que estava utilizando. Gosto do Debian especialmente por ser estável, distros como Kubuntu já não me servem mais. Aproveitando o inconveniente com o Debian, decidi tentar mais uma vez o Arch. Certa vez havia tentado, mas tive dificuldades e por questão de tempo não pude seguir tentando. Daquela vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTYH-4d8kzRJaJz5Fa1pI-0O9vwaz_EjJdMVv8lcTCB_LfkKgu5vg" alt="Logo Archlinux" /></p>
<div>Consegui estragar o X do Debian que estava utilizando. Gosto do Debian especialmente por ser estável, distros como Kubuntu já não me servem mais.</p>
<p>Aproveitando o inconveniente com o Debian, decidi tentar mais uma vez o Arch. Certa vez havia tentado, mas tive dificuldades e por questão de tempo não pude seguir tentando. Daquela vez estava seguindo os tutoriais disponibilizados na página do projeto, desta vez utilizei o livro “Utilizando o Archlinux no Desktop” que vi divulgado no Twitter pelo próprio autor, Sérgio H. Berlotto, e que pode ser baixado gratuitamente no link: <a href="http://berlotto.blog.br/utilizando-o-archlinux-no-desktop/1666/">http://berlotto.blog.br/utilizando-o-archlinux-no-desktop/1666/</a></p>
<p>Na primeira tentativa utilizei a iso “core” e não a “netinstall” recomendada no livro. Tive um problema com pacotes corrompidos e não conseguia instalar mais nada. Baixei a “netinstall” e então consegui.</p>
<p>Segui quase todo o processo pelo livro, porém como quis instalar apenas a base do KDE e não todos os aplicativos segui a <a href="https://wiki.archlinux.org/index.php/KDE">Wiki do Arch para o KDE</a> no 2.2 Minimal Install.</p>
<p>Depois de instalar o KDE o sistema não iniciava a interface de rede automaticamente. Tive que fazer isso manualmente:</p>
<p>(Para utilizar o sudo é necessário inserir o usuário no sudoers, caso não saiba aprenda <a href="http://lucasarbiza.com/acidionar-usuario-ao-sudoers/">aqui</a>. É fácil)</p>
<p><strong>$ sudo ifconfig eth0 up<br />
$ sudo dhcpcd eth0</strong></p>
<p>Resolvi o problema da rede com o plasmoide para controle de conexões:</p>
<p><strong>$ sudo pacman -S kdeplasma-applets-networkmanagement</strong></p>
<p>Adicionei o widget no “system tray”, configurei as conexões e funcionou.</p>
<p>O pós-instalação fiz de acordo com o post: <a href="http://giofilth.wordpress.com/2011/02/17/pos-instalacao-do-arch-linux/">http://giofilth.wordpress.com/2011/02/17/pos-instalacao-do-arch-linux/</a></p>
<p><strong>&#8230;exceto o seguinte:</strong></p>
<h3>Java</h3>
<p>Para a instalação do Java tive que fazer diferente. Escolhi o Java da Sun (Oracle) que é instalado com o comando:</p>
<p><strong>$ sudo pacman -S jre</strong></p>
<p>Além disso é necessário exportar o caminho para a variável PATH, senão programas feitos em Java não rodam:</p>
<p><strong>$ export PATH=$PATH:/opt/java/jre/bin/</strong></p>
<p>É preciso reiniciar a sessão para ter efeito.</p>
<h3>Aplicativo de controle de som</h3>
<p>Para que o aplicativo de controle de som aparecesse no “system tray” tive que instalar o pacote:</p>
<p><strong>$ sudo pacman -S kdemultimedia-kmix</strong></p>
<p>Depois iniciá-lo através do menu de programas.</p>
<h3>Firefox 4</h3>
<p>Fiz a busca no yaourt pelo pacote firefox-nightly</p>
<p><strong>$ yaourt firefox-nightly</strong></p>
<p>Depois só digitei o número do pacote firefox-nightly para ser instalado.</p>
<h3>Dropbox</h3>
<p>No AUR encontrei uma versão para KDE. Fiz a busca com:</p>
<p><strong>$ yaourt dropbox</strong></p>
<p>Selecionei o pacote kfilebox. Instalou. Depois é só procurar nas aplicações de internet por kfilebox e fazer a instalação e configuração.</p>
<h3>Fontes</h3>
<p>Para exibição correta de páginas web foi necessário instalar as seguintes fontes:</p>
<ul>
<li>ttf-droid</li>
<li>ttf-liberation</li>
<li>ttf-dejavu</li>
<li>ttf-ms-fonts</li>
</ul>
<div>Para isto utilizei o AUR da seguinte forma:<br />
Fiz a busca por ttf:</div>
<div>
<strong>$ yaourt ttf</strong></div>
<div><strong></strong><br />
E depois selecionei os pacotes referentes às fontes listadas.</div>
<h2>Minhas impressões sobre o Archlinux</h2>
<p>Gostei! O Arch preza pela simplicidade. Tenho um sistema limpo que contém apenas o que quero e que utilizo, isso deixou meu sistema rápido e estável. Não é exagero, a simplicidade acelera e muito, especialmente na inicialização onde não perco um tempão esperando um monte de deamons que não utilizo serem iniciados.</p>
<p>Recomendo!</p></div>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://lucasarbiza.com/instalacao-e-pos-instalacao-do-arch-linux//" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Acidionar usuário ao sudoers</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/acidionar-usuario-ao-sudoers/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/acidionar-usuario-ao-sudoers/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 19:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Como root ou como algum usuário que já esteja no sudoers dê permissão de escrita ao usuário administrador para o arquivo /etc/sudoers: # chmod u+w /etc/sudoers Abra o arquivo para edição insira, abaixo da linha root ALL=(ALL) ALL adicione: &#60;usuário&#62; ALL=(ALL) ALL Obs.: substitua &#60;usuário&#62; pelo nome do usuário que terá poder de administrador com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Como root ou como algum usuário que já esteja no sudoers dê permissão de escrita ao usuário administrador para o arquivo /etc/sudoers:</p>
<p><strong># chmod u+w /etc/sudoers</strong></p>
<p>Abra o arquivo para edição insira, abaixo da linha</p>
<p><strong>root ALL=(ALL) ALL<br />
</strong><br />
adicione:</p>
<p><strong>&lt;usuário&gt; ALL=(ALL) ALL</strong></p>
<p><strong>Obs.:</strong> substitua &lt;usuário&gt; pelo nome do usuário que terá poder de administrador com uso do sudo.</p>
<p>Depois retire a permissão de edição do arquivo:</p>
<p><strong># chmod u-w /etc/sudoers</strong></div>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://lucasarbiza.com/acidionar-usuario-ao-sudoers/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Debian: Problema na exibição de páginas</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/debian-problema-na-exibicao-de-paginas/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/debian-problema-na-exibicao-de-paginas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 05:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Algumas páginas como a deste blog (especialmente este cabeçalho aí acima) ou do ClicRBS não eram exibidas corretamente. Sintomas: As fontes pareciam grandes, não pareciam ser a correta ou estar no tamanho correto. Isto fazia com que parte do texto excedesse o espaço a este destinado e assim não fosse exibido. Solução: # apt-get install [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Algumas páginas como a deste blog (especialmente este cabeçalho aí acima) ou do <a href="http://www.clicrbs.com.br/rs/">ClicRBS</a> não eram exibidas corretamente.</p>
<p><strong>Sintomas:</strong></p>
<p>As fontes pareciam grandes, não pareciam ser a correta ou estar no tamanho correto. Isto fazia com que parte do texto excedesse o espaço a este destinado e assim não fosse exibido.</p>
<p><strong>Solução:</strong></p>
<p># apt-get install ttf-mscorefonts-installer</p>
</div>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://lucasarbiza.com/debian-problem…cao-de-paginas/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Problema com a montagem de dispositivos USB no Debian -&gt; ISOFS: Unable to identify CD-ROM format</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/problema-com-a-montagem-de-dispositivos-usb-no-debian-isofs-unable-to-identify-cd-rom-format/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/problema-com-a-montagem-de-dispositivos-usb-no-debian-isofs-unable-to-identify-cd-rom-format/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 05:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Tive problemas com pendrives no Debian que estou usando (Squeeze). Através do notificador de dispositivos do KDE era possível abrir a pasta do pendrive, porém não montá-lo, logo não conseguia visualizar o conteúdo e tampouco inserir conteúdo. Montava os pendrives como root, inseria o conteúdo como root, mas nem como root conseguia alterar as permissões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive problemas com pendrives no Debian que estou usando (Squeeze). Através do notificador de dispositivos do KDE era possível abrir a pasta do pendrive, porém não montá-lo, logo não conseguia visualizar o conteúdo e tampouco inserir conteúdo.</p>
<div>Montava os pendrives como root, inseria o conteúdo como root, mas nem como root conseguia alterar as permissões da pasta onde montei o disco. Nem o chown adiantou.</p>
<p><strong>Problema:</strong></p>
<p>Instalei o Debian utilizando um pendrive e não com um cd. Com isso a seguinte linha foi criada no /etc/fstab:</p>
<p><strong><span style="color: #333333;">/dev/sdb1       /media/cdrom0   udf,iso9660 user,noauto     0       0</span></strong></p>
<p>Com isso todo o disco sdb alguma coisa era montado como um cdrom em /media/cdrom0.</p>
<p>Acompanhando o log (# tail -f /var/log/messages) tem-se a mensagem:</p>
<p><strong><span style="color: #333333;">… ISOFS: Unable to identify CD-ROM format</span></strong></p>
<p><strong>Solução:</strong></p>
<p>Comentar a linha do fstab mencionada.</p>
<p>Fica assim:</p>
<p><strong>#/dev/sdb1       /media/cdrom0   udf,iso9660 user,noauto     0       0</strong></p>
</div>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://lucasarbiza.com/problema-com-a…-cd-rom-format/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como ajustar/regular as mudanças da bicicleta</title>
		<link>http://lucasarbiza.com/como-ajustarregular-as-mudancas-da-bicicleta/</link>
		<comments>http://lucasarbiza.com/como-ajustarregular-as-mudancas-da-bicicleta/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 03:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Com a minha mania de fuçar em tudo acabei desregulando as mudanças. Antes de pagar para alguém regular procurei aprender a fazer. Com as instruções dos dois vídeos abaixo consegui ajustar minha bicicleta e o resultado ficou muito bom. É só seguir direitinho o passo a passo. Boa sorte!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Com a minha mania de fuçar em tudo acabei desregulando as mudanças. Antes de pagar para alguém regular procurei aprender a fazer. Com as instruções dos dois vídeos abaixo consegui ajustar minha bicicleta e o resultado ficou muito bom.<br />
É só seguir direitinho o passo a passo.<br />
Boa sorte!</div>
<div>
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		<title>Makefile &#8211; pequeno tutorial</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 13:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Arbiza</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Já escrevi diversos makefiles para projetos pequenos, porém precisei escrever um mais elaborado para um projeto mais elaborado que estou trabalhando. Encontrei este tutorial no qual me baseei para a escrever o makefile abaixo (recomendo a leitura deste tutorial, especialmente quem não sabe muito sobre makefile): A vantagem de um makefile como este é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Já escrevi diversos makefiles para projetos pequenos, porém precisei escrever um mais elaborado para um projeto mais elaborado que estou trabalhando.</p>
<p>Encontrei <a href="http://ubuntuforum-pt.org/index.php/topic,21155.0.html">este tutorial</a> no qual me baseei para a escrever o makefile abaixo (recomendo a leitura deste tutorial, especialmente quem não sabe muito sobre makefile):</p>
</div>
<p><script src="https://gist.github.com/798862.js"> </script></p>
<div>
<p>A vantagem de um makefile como este é que mesmo que vários arquivos .h e .cpp sejam adicionados ao projeto eu não precisarei editá-lo, afinal este makefile procura todos os arquivos e os compila sem a necessidade de especificação.</p>
<p>Abaixo uma explicação com maiores detalhes:</p>
<p>SOURCES_DIR = src/  e  TINYXML_DIR = src/tinyxml/  &#8211;&gt;  As variáveis SOURCES_DIR e<br />
TINYXML_DIR recebem, respectivamente, os caminhos para os fontes a serem compilados (/src) e para arquivos da <a href="http://www.grinninglizard.com/tinyxml/">TinyXML</a> necessários à sua compilação. Por que utilizar variáveis para diretórios? Porque desta forma, se for necessário fazer qualquer alteração na localização dos arquivos eu só mexo em uma variável e não no makefile inteiro.</p>
<p>CFLAGS e TINYXML_FLAGS &#8211;&gt; Este projeto utiliza a <a href="http://libvirt.org/">Libvirt</a> e para sua compilação é necessário a “linkagem” -lvirt. Qualquer outra biblioteca que eu venha a utilizar neste projeto que necessite “linkagem” pode ser acrescentado na variável CFLAGS, assim fica mais organizado. Como mencionado, a TinyXML requer a inclusão de alguns arquivos para a compilação do código, estes aquivos são incluídos na variável TINYXML_FLAGS com a ajuda da variável TINYXML_DIR que aponta o caminho correto para os arquivos.</p>
<p>Aqui começa a parte mais interessante!</p>
<p>OBJECTS = $(wildcard $(SOURCES_DIR)*.cpp)  &#8211;&gt; Com isto todo o diretório apontado pela variável SOURCES_DIR é varrido em busca de arquivos do tipo .cpp e armazena seus nomes na variável OBJECTS.</p>
<p>all: executable &#8211;&gt; o primeiro alvo é all: cuja regra é que o alvo executable deve ser executado.</p>
<p>executable: $(OBJECTS:.cpp=.o)  &#8211;&gt;  Por sua vez o alvo executable tem como regra que todos os objetos devem ser criados. $(OBJECTS:.cpp=.o) cria um alvo .o para cada arquivo .cpp contido na variável OBJECTS. Por exemplo, para um arquivo class.cpp existente será criada um alvo class.o.</p>
<p>%.o: %.cpp %.h  &#8211;&gt;  Para cada alvo .o criado serão verificadas alterações nos arquivos .cpp e .h correspondentes e então compilados com $(CC) -Wall -c mce_markerlt; -o $@. $(CC) é o compilador g++, -Wall é para a exibição de advertências e -c é para a criação do objeto .o; mce_markerlt; é substituída pelas dependências do alvo e -o $@ é subtituída pelo nome do alvo.</p>
<p>Após a compilação dos objetos a compilação retorna para o alvo executable e o compila com $(CC) -o $(EXECUTABLE_NAME) $(OBJECTS:.cpp=.o) $(CFLAGS) $(TINYXML_FLAGS). Um arquivo executável (binário) é criado com o nome contido na variável EXECUTABLE_NAME, os objetos são incluídos na compilação através de $(OBJECTS:.cpp=.o) que já foi explicado, a “linkagem” da libvirt é feita pela variável CFLAGS e os arquivos da TinyXML são incluídos pela variável TINYXML_FLAGS.</p>
<p>Reforço que é muito interessante ler o tutorial em &#8211;&gt; <a href="http://ubuntuforum-pt.org/index.php/topic,21155.0.html">http://ubuntuforum-pt.org/index.php/topic,21155.0.html</a>.</p>
<p>O makefile pode ser visto e obtido em -&gt; <a href="https://gist.github.com/798862">https://gist.github.com/798862</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://ubuntuforum-pt.org/index.php/topic,21155.0.html">http://ubuntuforum-pt.org/index.php/topic,21155.0.html</a></p>
</div>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://lucasarbiza.com/makefile-pequeno-tutorial/" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; width:450px; height:80px"></iframe></p>
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